Cerveja

Keywords: Cerveja, 1067, 1400, 1428, 1516, 1879, 1980

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thumbnail|190px|right|Cerveja em um copo A cerveja é uma bebida fermentada que, acredita-se, tenha sido a primeira bebida alcoólica desenvolvida pelo homem.

Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de grãos ou de outras fontes vegetais. A fabricação da cerveja e de algumas outras bebidas alcoólicas é geralmente chamada Cervejaria (Brewer). Historicamente, a cerveja era conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4.000 a.C. Devido aos ingrediente usados para fazer cerveja diferirem de lugar para lugar, as características (tipo, sabor e cor) variam amplamente.

Conteúdo

Ingredientes

Via de regra, as cervejas são feitas com água, cevada maltada e lúpulo, fermentados por levedura. A adição de outros condimentos ou fontes de açúcar não é incomum.

Devido à cerveja ser composta principalmente por água, a fonte de água e suas características têm um efeito importante nas características da cerveja. Muitos estilos de cerveja foram influenciados ou até mesmo determinados pelas características da água da região.

Dentre os maltes, o malte de cevada é o mais freqüente e largamente usado devido ao seu alto conteúdo de enzimas, mas outros cereais maltados ou não maltados são largamente usados, inclusive trigo, arroz, milho, aveia e centeio.

Lúpulos são um ingrediente relativamente novo, tendo sido introduzido apenas há umas poucas centenas de anos atrás. Eles acrescentam um gosto amargo que balanceia a doçura do malte e possui um efeito antibiótico moderado que favorece a atividade da levedura de cervejeiro em relação a organismos menos desejáveis. As leveduras, em um processo chamado fermentação, metabolizam os açúcares extraídos dos cereais, produzindo muitos compostos, inclusive álcool e dióxido de carbono. Dezenas de estirpes de fermentos naturais ou cultivados são usados pelos cervejeiros, de modo geral, sortidos por três gêneros: ale ou ultra-fermentada, lager ou de baixa fermentação, e leveduras selvagens. Uma pinta (ou meio litro) de cerveja geralmente contém cerca de duas unidades de álcool, se bem que o conteúdo alcoólico pode variar significativamente conforme o estilo e o cervejeiro.

História

thumbnail|290px|right|Cerveja em um bar de Bruxelas

Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação, e assim as bebidas semelhantes a cerveja foram inventadas de forma indenpendente nas sociedades ao redor do mundo. Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente a cerveja está numa tabuinha sumeriana com cerca de 6000 anos de idade, a qual mostra pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada no Épico de Gilgamesh, e um poema sumeriano de 3900 anos homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção de cerveja de cevada por meio do pão.

A cerveja tornou-se vital para todas as civilizações produtoras de grãos da antiguidade clássica, especialmente no Egipto e na Mesopotâmia. O Código Babilônico de Hamurábi dispunha que os taverneiros que diluíssem ou sobretaxassem a cerveja deveriam ser supliciados.

A cerveja era importante para os primeiros romanos, mas durante os tempos republicanos o vinho desbancou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, e a cerveja passou a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.

No idioma eslavo, a cerveja é chamada "pivo", do vervo "piti" - beber. Por isso, "pivo" podia ser traduzida para o inglês como "the drink" (a bebida).

O "The Kalevala", coligido na forma escrita no século XIX mas baseado em tradições orais velhas de séculos, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume (veja abaixo a distinção.) O uso de lúpulos para dar o gosto amargo e preservar é uma adição mediável. O lúpulo era cultivado na França desde os anos 800. O mais antigo escrito remanescente registra o uso do lúpulo na cerveja já em 1067 pela Abadessa Hildegarde de Bingen: "Se alguém pretende fazer cerveja da aveia, ela deve ser preparada com lúpulo." No século XV, na Inglaterra, uma cerveja sem lúpulo podia ser conhecida como uma bebida tipo ale (fermentada), enquanto o uso do lúpulo a tornaria uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada da Inglaterra (das Terras Baixas) desde cerca de 1400 em Winchester, e o lúpulo estava sendo cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi tão longe que especificou "nenhum lúpulo, ervas, ou outra coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um liquor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "ale" veio a referir-se a a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

Tipos de cerveja

Há muitos tipos diferentes de cervejas. Uma descrição detalhada dos estilos de cerveja pode ser encontrada no website da Beer Judge Certification Program (Programa de Licenciamento dos Avaliadores de Cerveja).

Lager

As lagers (cervejas claras) são, provavelmente, o tipo mais comum de cerveja consumida. Elas são originalmente da Europa Central/Alemanha, tirando seu nome da palavra germânica "lagern" ("to store", armazenar). De baixa fermentação, elas são tradicionalmente armazenadas em baixa temperatura por semanas ou meses, clareando, amadurecendo e tornando-se carregadas com dióxido de carbono. Nos dias atuais, com o aperfeiçoamento do controle de fermentação, muitas cervejarias de lagers usam somente curtos períodos para armazenamento a frio (de 1 a 3 semanas). Se bem que existam muitos estilos de lagers, a maioria delas é clara na cor, com alto teor de gás carbônico, de sabor moderadamente amargo e contúdo alcoólico entre 3-6% por amostra. Os estilos de lager incluem:

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Um pint de Stout

Ale

Cervejas ultra-fermentadas, especialmente populares na Grã-Bretanha e Irlanda, incluindo as meio-amargas, amargas, ale clara, cerveja preta (porter) e cerveja forte (stout). As cervejas ultra-fermentadas tendem a ser mais saborosas, incluindo uma variedade de sabores de cereais e sabores de fermentação; elas também são de baixo teor de gás carbônico, idealmente fermentadas e servidas numa temperatura mais quente do que as lagers. Diferenças estilísticas entre cervejas ultra-fermentadas são muito mais variadas do que aquelas encontradas entre as cervejas de baixa fermentação e muitos estilos são difíceis de categorizar. A cerveja comum da Califórnia, por exemplo, é produzida usando o fermento para lagers em temperaturas para ales. As cervejas à base de trigo são geralmente produzidas usando um fermento para ales e então armazenadas, às vezes com um fermento para lagers. Lambics (?) empregam fermentos selvagens e bactérias, nativos da região Payottenland (?) da Bélgica. Outros exemplos de ale incluem as ales tipo estocada e a velha ale. Ale verdadeira é um termo para as cervejas produzidas usando metódos tradicionais e sem pasteurização.

Cerveja e nacionalidade

Austrália

Esta é uma concepção errada sobre a australiana Fosters. Isto é inverídico - é uma piadas entre os australianos que a Fosters estava tão ruim que decidiram exportá-la e conservar as restantes. As cervejas australianas são muito divididas pelos seus estados; os queenslandeses amam sua XXXX; Sul-australianos bebem Coopers; em Nova Gales do Sul bebem Tooheys; Victorianos preferem uma VB; a Austrália Ocidental bebe a cerveja Swan; e os Tasmanianos promovem outra divisão: aqueles do norte bebem Boags, e aqueles no (soar?) bebem Cascade. Ainda que seja difícil dizer a um australiano que há a alguma outra cerveja além daquela de seu estado natal, outras bebidas populares são a Hahn e a Crown. Especialmente nas áreas de influência das maiores cidades, bebidas específicas, incluindo uma enorme variedade de ales, algumas por novas divisões das maiores cervejarias e algumas de novas microcervejarias, estão tornando-se popular, como algumas cervejas estrangeiras. Havendo dito isso, você pode obter muitas dessas cervejas em qualquer lugar, exceto nos mais escondidos pubs e clubes mercado abaixo, os quais servem exclusivamente VB, as várias variedades de Tooheys, e na Nova Gales do Sul Resches.

Bélgica

Como as demais nacionalidades, os belgas orgulham-se da sua rica cultura cervejística. Há mais de 1500 tipos de cerveja belga (incluindo cerveja com rótulo) entre as quais: Stella Artois, Alken Maes, Jupiler, Delirium Tremens (marca), Duvel, Kwak, Leffe e Hoegaarden são algumas das mais conhecidas. Geralmente é dito (particularmente pelos belgas) que as cervejas da Bélgica são particularmente excelentes. A Bélgica é a única região que tem Cerveja de monges trapistas. Cada variedade da cerveja belga é servida em um copo específico. A forma e tamanho do copo varia, e tem o efeito de acentuar o sabor daquela cerveja em particular.

Brasil

O brasileiro tem um grande habito de beber cerveja, chegando a consumir em média por habitante, 35 litros de cerveja por ano. As principais cervejarias são de propriedade da multinacional Ambev. As micro cervejarias são uma crescente realidade nos país, fabricando excelentes cervejas artesanais, respeitando o Reinheitsgebot.

Algumas micro cervejarias artesanais no Brasil:

No período do Carnaval há uma grande explosão de consumo no país, chegando a vender mais que durante todo o ano. Por isso, a fabricação por volta do mês de Novembro que antecede o Verão é intensificada e os investimentos em Marketing dobram.

Grã-Bretanha

Um estereótipo dos britânicos (e até mesmo da maior parte dos residentes nas Ilhas Britânicas) diz respeito ao seu amor pela "cerveja quente". De fato, sua cerveja é geralmente servida em torno de 12 graus Celsius - não tão fria quanto a maioria dos drinques gelados, mais ainda gelada o suficiente para ser refrescante. Os pubs contemporâneos mantêm sua cerveja constantemente nesta temperatura, mas originalmente a cerveja devia ser servida na temperatura do porão no qual estava estocada. Defensores da cerveja britânica dizem que isso realça os sabores sutis mais do que outras nações, e estas são produzidas para servir em temperaturas que poderiam fazer as demais cervejas parecerem ásperas. Caso existam sabores ásperos na cerveja (principalmente naquelas fabricadas em Yorkshire), os mesmos são habitualmente suavizados servindo a cerveja por uma bomba manual (sifão) ligada a um sparkler (espumante), acessório que mescla o ar com a cerveja, oxidando-a levemente e suavizando o sabor. Hoje, somente a ale verdadeira tende a ser servida com a bomba manual, este não consiste no modo típico de servir as cervejas industrializadas - é mais comum encontrar as vendidas mais recentemente em garrafas ou extraídas de uma torneira graduadora (válvula) de dióxido de carbono. A ale verdadeira é defendida pela Campaign for Real Ale (Campanha pela Ale verdadeira). Com o crescimento da produção de lúpulos tornando-se característica das regiões meridionais, em particular Kent, as cervejas tradicionalmente meridionais (sulinas) tal como a London Pride estão ao sul de uma linha que pode ser desenhada do Canal de Bristol até o Wash (na costa oeste da Inglaterra) que contém mais lúpulo do que aquelas encontradas ao norte desta linha, como a Boddingtons.

Bulgária

A Bulgária, embora seja apenas uma pequena região da Europa Oriental, tem um bom número de marcas de cerveja. As cervejarias mais populares (ambas produzindo cervejas homônimas) são a Zagorka (produzida principalmente em Stara Zagora) e Kamenitza. Outras marcas destacadas são a Stolichno (cerveja bock produzida pela Zagorka), Shumensko (ambas lager e ale verdadeira, produzidas na cidade de Shumen), Burgasko (produzida na cidade de Burgas), MM (produzida em Varna), Pirinsko (cidade de Blagoevgrad), e Plevensko (produzida na cidade de Pleven). Muitas das cervejarias búlgaras encontram-se na posse de cervejarias estrangeiras, como a Heineken.

Canadá

O Canadá tem uma longa história de produção e consumo de cerveja, já que o clima invernal providenciou as condições ideiais para a fabricação de cerveja antes que a refrigeração artificial fosse inventada. São bem conhecidas, por isso, duas grandes cervejarias comerciais, a Molson e a Labatt, e também diversas companhias menores. Em adição, os populares atores da SCTV, Bob and Doug McKenzie, são famosos atores canadenses que associam seu amor pela cerveja Cheech and Chong à marijuana.

República Tcheca

O tipo Pilsener de cerveja originou-se na cidade de Plzeň na Boêmia, e o tchecos fazem cervejas muito bem conhecidas e melhor consideradas nesse estilo, inclusive a Budweiser original. Os tchecos respondem pelo maior consumo per capita de cerveja.

Estônia e Finlândia

Ambas as regiões são conhecidas por sua tradicional Sahti, a qual é uma cerveja feita de malte de arroz ou aveia, que são filtrados por raminhos de palhas e junípero. De acordo com o caçador de cerveja Michael Jackson, esta é de longe a mais antiga tradição viva continuada de fabrico de cerveja, representando nada menos do que uma ligação direta com os métodos babilônicos de cervejaria.

França

Apesar do mercado francês ser dominado pelas cervejarias industriais, o Norte/Pas-de-Calais possui uma tradição cervejeira forte, a qual é compartilhada com seus vizinhos belgas. A Alsácia também possui uma forte tradição na feitura da cerveja com leveduras de baixa fermentação (bottom fermenting yeasts) ao estilo alemão. Atualmente, há cada vez mais micro cervejarias que estão produzindo a cerveja da moda, especialmente nas regiões com um forte sentimento de identidade (Cervejaria Lancelot na Bretanha, cerveja Pietra na Córsega...)

Alemanha

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Kranz Kölsch

Com uma cultura fortemente influenciada pela cerveja, o mercado alemão é um pouco resguardado do resto do mercado cervejeiro pela aderência dos cervejeiros alemães ao Reinheitsgebot (preceito da pureza) datado de 1516, de acordo com o qual os únicos ingredientes permitidos para cervejas são "Wasser (água), Hopfen ((lúpulos) und (e) (Gersten-)Malz (cevada-malte)". Por causa desse acordo (que já era lei até 1988), as cervejas germânicas tendem a ser bem conceituadas por sua qualidade. Os alemães estão ligeiramente atrás dos Tchecos no consumo per capita de cerveja. Existe uma variedade de diferentes estilos de cerveja alemã, tal como a Helles (lager de Bavaria), Weizen (cerveja fermentada de trigo), Kölsch (cerveja de alta fermentação da região de Colônia, Alt (uma cerveja escura consumida nas redondezas de Düsseldorf e Dortmund, Pilsner, Export (uma Pilsner abrandada) e Bockbier (uma cerveja escura forte).

Enquanto o mercado de cerveja é mais centralizado na Alemanha setentrional (com as maiores marcas: Krombacher, Warsteiner e Bitburger, vendendo cada uma em torno de 400 milhões de litros), o sul tem diversas cervejarias locais, de pequeno porte, que se somam ao total de 1350 cervejarias alemãs, produzindo mais de 5000 marcas de cerveja.

O conteúdo alcoólico fica geralmente entre 4,7% e 5,4% para as feituras mais tradicionais. A Bockbier ou a Doppelbock (dupla Bockbier), contudo, podem ter um teor alcoólico acima de 12%. A estação da Bockbier dura entre junho e julho e diversos festivais locais de Bockbier são realizados no sul da Alemanha.

O Munique Oktoberfest (Oktoberfest de Munique) é bem conhecido pelos milhões de litros que são servidos a cada ano (quase 6).

Índia

Em várias partes do nordeste da Índia, a cerveja de arroz é bem popular. Diversos festivais tratam este nutritivo e embriagante drinque como parte das celebrações. O arroz é fermentado em tonéis que, às vezes, são enterrados em subterrâneos.

Esta cerveja é realmente popular, e não só junto aos seres humanos. Elefantes costumam atacar vilarejos, com a ordem do dia de assaltar estes tonéis para ter seus bons momentos. Freqüentemente, elefantes machos têm sido observados exagerando seus talentos entre si, com olhadelas para as elefantes fêmeas e trombeteando mostre-me o caminho para casa com maneiras indignas.

Irlanda

A Irlanda é mais conhecida pela stout (forte), da qual a Guinness é a marca mais largamente vendida e mais largamente distribuída. A Guinness também produz a mais largamente distribuída lager irlandesa - a Harp. Recomenda-se que a Guinness seja servida depois de vertida (?), descansando por três minutos e então cortada. Junto à Guinness há também a Murphy´s, Caffrey´s e Beamish.

Japão

A cerveja é a bebida alcoólica preferida no Japão. Ela foi introduzida no início da Era Meiji a partir da Alemanha. Os maiores fabricantes sâo: Asahi, Kirin, e Sapporo, enquanto pequenas cervejarias locais oferecem diferentes e saborosas cervejas. As tipo Lager são as mais comuns, mas cervejas feitas com baixo conteúdo de grãos, chamadas "Happoushu" (bebida alcoólica espumante) captaram uma grande fatia do mercado, já que os impostos são mais baixos para tais produtos. Bebericar cerveja com feijões cozidos salgados edamame é o passatempo de verão favorito dos adultos.

Nova Zelândia

O povo indígena da Nova Zelância (Maori) não fermentava cerveja. O principal ingrediente da cerveja não era encontrado nem foi introduzido na Nova Zelândia até a chegada dos Europeus em meados do século XIX. A história Européia recente é caracterizada pela dominação de três grandes cervejarias. A dominação dessas cervejarias foi ajudada pela compra de pequenas cervejarias locais. De meados dos anos 1980 pequenas lojas ou micro-cervejarias começaram a emergir. Conseqüentemente, a gama de estilos de cerveja aumentou. Alguns pubs operam sua própria cervejaria, quase sempre localizada dentro do próprio pub. O consumo de vinho e bebidas alcólicas misturadas prontas para beber estão aumentando e com isso diminuindo a quantidade de bebida sendo vendida.

Polônia

A cerveja sempre foi extremamente importante para os Polacos. Um líder Polonês, encorajado pelo Papa para tomar partido na cruzada, se recusou, porque, como escreveu ao Papa, a terra santa não tinha cerveja. A cerveja Polonesa tradicional é sempre de pilsen, lager ou porter. As marcas mais populares Polonesas são Żywiec, EB, Lech, Lezajsk, e Tyskie.

Portugal

Romênia

A cerveja romena é conhecida na Europa Central e Oriental pelo seu sabor e preço baixo. Ursus é a rainha da cerveja romena desde 1879 (uma marca da Cervejarias Sul-Africanas). Outras marcas tradicionais de cervejas romenas são Timisoreana, Bucegi e Neumarkt.

Sérvia e Montenegro

Veja Cerveja na Sérvia e Montenegro

Bebidas relacionadas

Cervejas e bebidas similares feitas de matérias-primas diferentes de cevada incluem:

Indústria Cervejeira

Citações

Veja também

Links externos

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