Cultura da Venezuela

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História da cultura da Venezuela

O povo venezuelano inclui uma rica combinação de heranças. Aos ameríndios originais e aos espanhóis e africanos que se lhes juntaram depois da conquista espanhola, vagas de imigração durante o século XX trouxeram quantidades apreciáveis de italianos, portugueses, árabes, alemães e outros, provenientes dos países limítrofes da América do Sul. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas na parte norte do país. Em quanto que quase metade da área terrestre da Venezuela se situe a sul do rio Orenoco, esta região contém apenas 5% da população. Mais de 96% da população identifica-se como católica. Outras igrejas, em especial, a protestante, compõem o restante.

História da língua da Venezuela

A língua nacional e oficial é o espanhol, mas existem também numerosas línguas indígenas e as línguas introduzidas pelos imigrantes, criando com isso uma gama de dialetos em uso pelas etnias da Venezuela. O castelhano ou espanhol é falado por 62% dos latino-americanos, mas apenas 54% o têm como língua materna. É também a única língua oficial de 16 dos 21 países latino-americanos. As cinco exceções são: Brasil (português), Haiti (francês), Porto Rico (duas línguas oficiais: espanhol e inglês), Paraguai (espanhol e guarani) e Peru (espanhol, quéchua e aimara). O português também é falado por brasileiros migrantes na Bolívia e por comunidades de descendentes de portugueses na Venezuela. Castelhano ou espanhol? Os colonizadores vieram para as Américas a partir de uma Espanha já unificada e na maioria não vinham da região de Castela, de modo que naturalmente tendiam a pensar em si mesmo como espanhóis e em sua língua como espanhola. Além disso, o governo e as classes dominantes da Espanha, sempre em luta contra o separatismo de regiões que falam línguas minoritárias (basco, galego, catalão e outras já desaparecidas), sempre insistiram que a língua de Castela é a língua da Espanha e deve ser chamada de espanhol. Do ponto de vista histórico, porém, isso é inexato. A língua oficial da Espanha foi originalmente a língua de apenas um reino, Castela, que acabou por dominar os demais e impor sua própria língua a todo o país. O caso é diferente do italiano ou alemão, que surgiram de uma unificação de dialetos anterior à unificação política. É mais parecido com o do inglês: assim como Castela fez com os outros povos da Espanha, a Inglaterra impôs sua língua aos demais povos das ilhas britânicas — galeses, escoceses, irlandeses e outros. Assim como a língua oficial do Reino Unido se chama inglês e não "britânico", a língua oficial da Espanha deveria se chamar castelhano e não espanhol. Porém, o castelhano falado nas Américas foi influenciado menos pelo dialeto de Castela, que na Espanha é considerado o padrão da língua nacional, do que pelo dialeto da Andaluzia, região do sul da Espanha de onde veio a maioria dos primeiros colonizadores espanhóis e onde está o porto de Cádiz, principal passagem da metrópole às colônias. Por exemplo, enquanto os castelhanos pronunciam o "z" e o "c" antes de "e" ou "i" de forma semelhante ao "th" do inglês, os andaluzes e a maioria dos hispano-americanos pronunciam essas letras com o mesmo som do "s", o que em Castela foi tradicionalmente considerado um vício de pronúncia, o seseo.

História da Moeda da Venezuela

A Moeda da Venezuela é o Bolívar (alusão a Simón Bolívar, prócer da independência de grande parte da América espanhola).

A medida da Venezuela de substituir dólares por €uros está preocupando Washington mais do que a conversão ao €uro de Saddam em novembro passado. O editor de Vheadline.com Roy S. Carson escreve: uma decisão do Presidente da Venezuela Hugo Chávez Frias de substituir os dólares por €uros é encarada como mais perturbadora para Washington do que quando Saddam Hussein começou a usar o €uro para transações petrolíferas em novembro passado... precipitando a ação liderada pelos EUA para invadir o Iraque.

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