Efeito fotoeléctrico
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- Nota - Este artigo deve ser fundido com: Efeito Fotoelétrico
O efeito fotoeléctrico (fotoelétrico no Brasil) é a emissão de elétrons por um material, geralmente metálico, quando exposto a uma radiação eletromagnética (como a luz) de freqüência suficientemente alta, que depende do material. Ele pode ser observado quando a luz incide em uma placa de metal, literalmente arrancando da placa elétrons. Esse efeito é bem observado quando se coloca algum objeto de metal no microondas (cuidado!).
Os electrões que giram à volta do núcleo são aí mantidos por forças de atracção. Se a estes for fornecida energia suficiente, eles abandonarão as suas orbitais. O efeito fotoeléctrico implica que, normalmente sobre metais, se faça incidir um feixe de radiação com energia superior à energia de remoção dos electrões do metal, provocando a sua saída das orbitais: sem energia cinética (se a energia da radiação for igual à energia de remoção) ou com energia cinética, se a energia da radiação exceder a energia de remoção do electrão.
A grande dúvida que se tinha a respeito do efeito fotoelétrico era que quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, a luz não arrancava mais elétrons do metal, mas ao se mudar sua cor aí sim mais elétrons eram arrancados.
A explicação correta para esse efeito foi dada por Albert Einstein em 1905, onde ele propôs que a luz se comportasse como partículas, como havia feito Newton para descrever as propriedades geométricas da luz. Isso lhe valeu o prêmio Nobel de Física em 1921.
O efeito fotoeléctrico foi atribuído por anos à interferência do sobrenatural da física. Alguns o consideravam prova da existência da alma [BERTEIN 1859].
