Escala de Richter

Keywords: Escala de Richter, 1935, 1960, 22 de maio, Califórnia, Charles Francis Richter, Epicentro, Escala de Mercalli, Grande Terremoto do Chile, Intensidade sísmica

A escala de Richter serve a quantificar a magnitude sísmica de um terramoto.

Conteúdo

História

A escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter et Beno Gutenberg, ambos membros do California Institute of Technology (Caltech), que estudavam sismos no Sul da Califórnia

Princípio

É uma escala logarítmica : a magnitude de Richter corresponde ao logaritmo da medida da amplitude das ondas sísmicas de tipo P e S a 100 km do epicentro.

A fórmula utilizada é ML = logA - logA0 onde A representa a amplituda máxima medida no sismógrafo e A0 uma amplitude de referência.

Assim, por exemplo, um sismo com magnitude 6 tem uma amplitude 10 vezes maior que um sismo de magnitude 5. Porém, o sismo de magnitude 6 liberta cerca de 31 vezes mais energia que o de magnitude 5.

A graduação

Na prática, a escala é graduada de 1 a 9 mas teoricamente é ilimitada, fala-se assim de uma escala aberta.

O sismo mais forte jamais registado foi o Grande Terremoto do Chile e atingiu 9,5 acontecendo no 22 de maio de 1960. Acredita-se que o sismo de 1755 em Lisboa possa ter atingido esse grau também. Do outro lado da escala, a queda de um tijolo de uma altura de 1m tem a magnitude -2.

Magnitude e intensidade

A escala de Richter não permite avaliar a intensidade sísmica de um sismo num local determinado e em particular em zonas urbanas. Para tal, utilizam-se escalas de intensidade tais como a escala de Mercalli.

A magnitude é única para cada sismo, enquanto a intensidade das ondas sísmicas diminui conforme a distância das rochas atravessadas pelas ondas e as linhas de falha.

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