Estudo de idiomas

Keywords: Estudo de idiomas, Alemanha, Austrália, Canadá, Cultura, Londres, Passatempo, Suíça

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Em uma época de globalização estudar os diversos idiomas se tornou imprescindível seja para fazer intercâmbio no exterior, se comunicar com amigos estrangeiros ou fazer negócios. O estudo de idiomas como hobby (ou passatempo) só vem a contribuir para entender melhor essa diversidade cultural de uma maneira prazerosa.

É possível uma pessoa que não domine a língua entenda o que está sendo falado. Faça um teste, veja todo o filme de um idioma que você não conhece. Pode-se perceber que a combinação da entonação da voz e os gestos poderão nos ajudar a traduzir o que será falado, por exemplo, o simples cumprimento "Oi, como vai?". Isso é possível por causa das convenções, da construção de signos combinados, que adquiriram significado para nós e que fomos aprendendo ao longo de nossa experiência.

Enteder outras línguas, nos traz reflexão sobre a cultura de um povo e sobre a nossa própria cultura. Estudá-las pode trazer um enriquecimento social, histórico, cultural e lingüístico, um intercâmbio de idéias construtivas para entender a própria realidade.


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Intercâmbio

Muitos jovens estão passando por esta situação, pensam muito em viajar, conhecer uma nova cultura, estudar outro idioma, mas como? Por onde começar? Existem muitos prós e contras em morar em outro país, por isso em primeiro lugar é importante estar preparado para essa experiência e ter certeza de que é o momento certo. O medo de se ausentar por um tempo da vida cotidiana faz muitas pessoas desistirem do seu objetivo.

Viajar para onde

O primeiro passo é decidir qual idioma você pretende estudar. Depois fazer uma lista de todos os países que falam essa língua e, a partir, daí começar a pesquisar a cultura, o clima, a culinária, a moeda, o custo de vida, a localização, entre outras informações dos países selecionados. Quanto mais souber dos países que selecionou mais fácil será optar por um deles. Algumas sugestões de países para fazer intercâmbio: Londres Alemanha Austrália Canadá Suíça


Os primeiros passos

Depois de decidir o destino, é hora de começar os preparativos para viagem. Procurar uma agência de credibilidade é importante e após visitar várias, escolher a que melhor atendeu às suas necessidades. É bom esclarecer todas as dúvidas em relação ao curso e ao país escolhidos; se o curso é reconhecido pelos órgãos competentes daquele país, se o país exige visto, se permite trabalhar, etcétera. Taís Garcia, da Agência STB, diz que é importante começar a se organizar no mínimo três meses antes da viagem para estar com tudo em dia no momento do embarque.


Contatos facilitam

Se for possível, é importante ter contato com pessoas que moram ou já moraram no país escolhido para ter informações mais concretas. Sérgio Medina, por exemplo, mora em Londres e relata a experiência de estar longe do seu país de origem. “Primeiro tudo era novo, mas ao mesmo tempo Londres tem tantos imigrantes que acabei me sentindo em casa. Hoje, há tanto tempo viajando, só me sinto em casa mesmo no Brasil.” Mas nem tudo é festa, sem dúvida existem coisas que não são tão boas como parecem. Medina, por exemplo, queixa-se que em Londres as drogas e a bebida “rolam soltas”.

Como decidir o curso

Atualmente existem milhares de opções de instituições de ensino no mundo todo, oferecendo os mais variados cursos para todos os bolsos. Escolher em que instituição de ensino estudar se torna um grande desafio, já que o objetivo é encontrar um curso que ofereça tudo aquilo que se está procurando. É importante por exemplo, conhecer as instalações da escola por meio de sites e catálogos: acesso à internet, espaço de convivência, biblioteca, salas de estudo, laboratórios de áudio e vídeo são algumas das facilidades que devem ser oferecidas. Observar também o número de estudantes por classe, o ideal é que não ultrapasse oito alunos por sala. O tempo de duração da aula e o turno devem ficar claros na hora de decidir o curso. Em quase todos os países existem órgãos que regularizam o serviço das instituições de ensino. Na hora de escolher é bom verificar se ela está cadastrada em alguma instituição regulamentadora.


O visto

A imigração da maioria dos países é rigorosa no momento de dar o visto que permite a permanência do estudante. Essa, sem dúvida, é uma barreira a ser vencida, mas encaminhando os documentos certos e mostrando que você não vai lá para trabalhar, que seu objetivo principal é estudar, provavelmente você não terá maiores problemas. É necessário também juntar algumas documentações, a mais importante delas é o passaporte. O interessado na obtenção do passaporte deve procurar quaisquer das unidades descentralizadas ou postos de atendimento do Departamento da Polícia Federal ou das empresas de Correios e Telégrafos, onde receberá informações específicas a respeito do kit para remessa de documentos. Mais informações sobre como fazer o passaporte, acesse o link abaixo: [1]


Fazendo as malas

A maioria das pessoas adora viajar, mas poucas gostam de arrumar as malas. Porém, o que você leva na sua bagagem é muito importante para o sucesso da sua viagem. Então, prepare-se para vasculhar seu guarda-roupa e encontrar as roupas certas para aproveitar ao máximo sua jornada. No exterior, as pessoas se vestem de maneira simples. Em cidades grandes, como Sydney e Nova York, por exemplo, a cor preta é muito usada e está sempre na moda. Para escolher as roupas considere o clima e as normas culturais do local. No hemisfério norte, a estação é contrária a do Brasil. Cartões de crédito são aceitos na maioria dos países, portanto, prefira levá-los a carregar dinheiro vivo. É mais seguro, pois se você for roubado ou perder o cartão será possível cancelá-lo com um telefonema. Procure levar somente o necessário, muita bagagem serve somente para atrapalhar. Dicas de como fazer as malas: - Quantos quilos posso levar? Tudo depende do seu vôo. Se for dentro do território brasileiro, a bagagem será avaliada por peso. De acordo com o Departamento de Aviação Civil, DAC, um passageiro de vôo doméstico pode despachar até 20 quilos (ou 30 quilos, se viajar em primeira classe). - Bagagem de mão, pode? A regra é precisa: são 5 quilos de bagagem de mão (ela deve ter no máximo 115 centímetros, se somados o comprimento, a altura e a largura). - Objetos frágeis, como levar? Utilizar o serviço de carga da própria empresa aérea significa gasto, mas ele inclui seguro contra acidentes ocorridos durante o transporte. Caso resolva carregar um objeto delicado como bagagem de mão, tome todo cuidado em protegê-lo. - A prancha de surfe e a bicicleta podem ir junto? O que foi explicado em relação a objetos frágeis também vale para o transporte de artigos de grande volume. Para despachá-los como bagagem comum, procure os especialistas e faça uma embalagem adequada. - Existe algo que eu não posso transportar? Produtos corrosivos, materiais explosivos e armas brancas (canivete, por exemplo) são artigos proibidos. - E se eu perder minha mala, o que posso fazer? Você precisa preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem, RIB, junto à empresa aérea que utilizou. Nele, vai descrever a forma e o conteúdo da mala e informar o número e o destino do seu vôo, além dos dados pessoais para contato.


Trocando idéias

O melhor é arrumar uma companhia para não viajar sozinho, mas se isso não acontecer, não se desespere. Viajar sozinho é basicamente a mesma coisa que andar pelas ruas de uma cidade grande. Você deve tomar alguns cuidados e evitar as áreas perigosas. Na dúvida, peque pelo excesso de cautela. Se as ruas parecerem desertas, espere para ir durante o dia ou então quando estiver acompanhada. Você facilmente fará amigos ficando em um albergue. Troque idéias com outras pessoas que estão pensando em viajar também, certamente eles terão muito a dizer para você. Tatiane Monteiro, estudante de Relações Públicas, irá para Londres em agosto. “Depois que você decide que vai viajar mesmo, a ansiedade é grande, e a gente pensa mil coisas que podem acontecer, mas estou tentando ficar tranqüila e pretendo aproveitar o máximo o meu aprendizado no exterior.” Estudar no exterior é também vivenciar inúmeras situações em um curto espaço de tempo. Daí surge a explicação do por que fazer um intercâmbio, que acaba sendo também um diferencial pessoal e profissional, pois se ganha uma experiência de vida que provavelmente levaria alguns bons anos para se conseguir vivendo na tranqüilidade de sua casa aqui no Brasil.


A idade

A idade varia com o programa de intercâmbio e com o país, o importante é se sentir preparado para encarar as dificuldades que vai enfrentar. Há países que não aceita estudantes menor de 13 anos, outros programas de intercâmbio aceitam jovens de até 19 anos no máximo.


Nível da Língua estudada

É preciso ter o conhecimento intermediário da língua, mas algumas escolas exigem pontuação maior do que a média - as particulares são mais rigorosas. A avaliação é feita em provas escritas e de conversação, aplicadas na agência que representa as organizações do exterior, onde se verifica como o candidato se vira em situações do dia-a-dia.


Se a escola não atingir as expectativas

Só em casos extremos, quando o intercambista não se adapta ao sistema de ensino. Isso porque o processo de escolha do colégio envolve um trabalho minucioso, suas características pessoais, o preço do programa e a seleção da família que o hospedará durante o curso, ou outro tipo de hospedagem. Mas sempre que o intercambista não se adaptar o primeiro passo é procurar a agência que vendeu o programa.


Se desistir do intercâmbio depois de estar lá

Se o aluno tiver optado por uma escola pública, não há reembolso algum, mesmo que ele só tenha cursado poucas semanas, ou mesmo dias. No caso de escola particular, é possível que receba alguma parte do dinheiro de volta - em geral, uma porcentagem referente ao valor total do curso e à acomodação utilizada.


Que países permitem trabalhar

Muitos países permitem trabalhar durante a sua estadia, Londres por exemplo, em cursos acima de 6 mêses autoriza o estudante trabalhar 20 horas semanais. Nos Estados Unidos você pode procurar programas específicos que já incluem o curso e o trabalho.


Categoria:Educação

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