Política da Bolívia
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Nova divisão dos poderes
A constituição da Bolívia de 1967, revista em 1994, prevê um sistema equilibrado entre os poderes executivo, legislativo e judicial.
Executivo / legislativo
O tradicionalmente forte executivo, no entanto, tende a deixar na sombra o Congresso, cujo papel está em geral limitado a debater e aprovar legislação originária do executivo.
Judiciário
O ramo judicial, composto pelo Supremo Tribunal e por tribunais departamentais e inferiores, é há muito corroído por corrupção e ineficiência. Através de revisões na constituição feitas em 1994, e de leis subsequentes, o governo iniciou reformas que têm potencial para ser profundas nos sistema e processos judiciários.
Divisão Política
Os nove departamentos da Bolívia receberam maior autonomia pela lei de Descentralização Administrativa de 1995, embora os principais dirigentes departamentais continuem a ser nomeados pelo governo central. As cidades e vilas bolivianas são governadas pelo presidentes de câmara e conselhos dire(c)tamente eleitos.
Eleições
Foram realizadas eleições municipais em 5 de Dezembro de 2004, que elegeram os conselhos para mandatos de 5 anos. A Lei de Participação Popular de Abril de 1994, que distribui uma porção significativa das receitas nacionais pelas autarquias, para seu uso discricionário, permitiu que comunidades anteriormente negligenciadas obtivessem grandes melhoramentos nas suas infraestruturas e serviços.
O povo e seu costume
Apesar desse sistema a Bolívia apresenta problemas de ordem sócio econômica muito intensa, funciona, apesar de que grande parte de sua população, por ser de origem indígena usa com frequencia o hábito de mascar a folha da coca, já centenário. Face ao fato leva a fama um tanto quanto pejorativa, como a denominação do el pueblo y su "pocito" blanco, el pueblo blanco e asi por adelante como diz o próprio boliviano, entre outras denominações.
Em relação a política
Em 2005, com a aprovação da Lei de exploração dos recursos naturais do país, o povo discordou e exigiu que a decisão fosse revista. Saiu às ruas, bloqueou estradas e aeroportos e pressionou até que o presidente Carlos Mesa renunciasse, fazendo com que o presidente do poder judiciário, Eduardo Rodríguez assumisse a presidência até as eleições antecipadas para uma Assembléia Constituinte. Também será realizado um referendo acerca da autonomia das províncias bolivianas.
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