Software livre nos governos
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Nos últimos anos a questão do software livre nos governos está na ordem do dia. Alguns governos começaram a ado(p)tar leis ou medidas favoráveis ao software livre. Os casos mais notáveis são os do Brasil e da França. Alguns governos locais como o da Extremadura espanhola e o da cidade de Munique também tomaram passaram a ado(p)tar uma atitude mais favorável ao software livre.
A questão da adopção de software livre pelos governos é uma questão polémica. Por um lado, as organizações defensoras do software livre procuram mostrar as vantagens do software livre, enquanto pelo outro as grandes empresas de software proprietário, sendo a Microsoft a mais notável, procuram defender a tese contrária.
Segundo as organizações defensoras do software livre, os governos deviam adoptar o software livre porque:
- Deixariam de pagar as licenças cada vez mais caras do software proprietário.
- Defenderiam a sua soberania, particularmente no que se refere a software (sejam Sistemas Operacionais ou não) que em teoria podem, de maneira furtiva, enviar dados dos computadores de usuários para os sites dos fabricantes (ou outros não identificados).
- A economia interna desenvolver-se-ia. Os desenvolvedores e técnicos locais encontrariam emprego na construção de soluções próprias.
Os defensores do software proprietário contrapõem que:
- O software livre tem custos de manutenção maiores porque requer pessoal especializado, e a maioria dos técnicos locais já possuem conhecimentos para trabalhar nos atuais sistemas.
- A questão da soberania não é assim tão importante porque as grandes empresas de software estão dispostas a fornecer acesso a seus codigos fontes para a análise dos governos ou de grandes grupos empresariais.
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