Washington, DC

Keywords: Washington, DC, 11 de setembro, 14 de abril, 1608, 1660

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Washington, D.C., oficialmente o Distrito de Columbia (o distrito federal norte-americano), é a capital dos Estados Unidos da América. A cidade também é conhecida através dos nomes D.C., Washington, Capital Nacional ou Capital Federal. Está situada no leste do país nas margens do rio Potomac, entre os estados norte-americanos de Maryland e Virgínia.

O Distrito de Columbia é o distrito federal dos Estados Unidos, que possui limitado poder governamental próprio, sendo governada majoritamente pelo Congresso norte-americano. É o centro administrativo, legislativo e judicial do país.

A população de Washington é de 563,384 habitantes, e sua região metropolitana possui cerca de 4.4 milhões de habitantes (7.8 milhões juntamente com a região metropolitana de Baltimore, localizado a 100 km de Washington). A sua construção iniciou-se em 1792, sendo o governo federal aqui instalado em 1800. A cidade constitui o Distrito de Colúmbia desanexado dos estados de Virgínia e Maryland. Possui inúmeros monumentos, entre os quais se contam a Casa Branca (residência do Presidente dos Estados Unidos), o Capitólio dos Estados Unidos (sede do Congresso), a Biblioteca do Congresso, o Monumento de Washington, e o Memorial de Lincoln.

Washington, District of Columbia,
United States of America
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Bandeira da cidade
Apelido da cidade: "Justiça para todos" (Do latim:Justitia Omnibus)
Condado Nenhuma. Washington DC é uma cidade independente, e o distrito federal dos Estados Unidos da América.
Área
177 km² (68.3 mi²)
População


Total
Pop. Metro.
Densidade



563,384 (2003)
4,796,183
3,597.3/km²

Prefeito: Anthony Williams
Fuso horário Leste: UTC-5

Latitude
Longitude

39°17' N
76°36' O

Fundada em

1791, tornou-se capital dos EUA em 1800.

Altitude média

7.6 metros

Site da prefeitura da cidade de Washington DC
Conteúdo

História

Nativos indígenas viviam na região do Distrito de Columbia cerca de 12 mil anos antes da chegada dos primeiros exploradores europeus. Um dos primeiros europeus a explorar a região foi o inglês John Smith of Jamestown, um soldado que anteriomente ajudou a estabelecer a colônia de Jamestown. Smith explorou a região via o Rio Potomac, em 1608. Smith eventualmente encontraria uma tribo Nacotchtank, um grupo nativo que falava um idioma algonquino. Os nativos inicialmente receberam amigavelmente o comércio europeu, mas conflitos sobre propriedade de terras levaram posteriomente a batalhas entre colonizadores europeus e os nativos. Os Nacotchtank eventualmente abandonariam suas vilas e recuaram-se nas florestas da região.

Por volta de 1660, alguns ricos colonizadores ingleses adquiriram as terras ao longo do Rio Potomac, para o cultivo de tabaco. Estas grandes plantações utilizavam-se bastante do uso de trabalho escravo. Por volta de 1740, uma estação de inspecção de tabaco e um depósito foram construídos na margem sul do Rio Potomac, e uma pequena vila começou a crescer em torno da estação e do depósito. Em 1751, esta pequena comunidade foi renomeada George Town, e posteriomente, Georgetown.

Escolha como capital dos EUA

Muitas cidades norte-americanas já haviam sido capitais dos Estados Unidos, ao longo dos primeiros anos que sucederam-se à independência dos Estados Unidos. Por volta de 1783, o congresso norte-americano decidiu que os Estados Unidos deveriam ter um centro permanente de governo.

Um grande problema então apareceu: a área onde a capital seria instalada ganharia grande influência política e econômica. Muito dos membros do congresso norte-americano são do Norte industrializado, onde a escravidão era muito pouco usada, e em alguns estados considerada ilegal, e queriam que a capital norte-americana ficasse em Filadélfia, então a maior cidade norte-americana. Já os representantes dos estados do Sul agropecuário, dependentes da escravidão, queriam a capital numa cidade no Sul.

Alexander Hamilton, o secretário do Tesouro norte-americano, e Thomas Jefferson, o secretário do Estado, acharam a solução. Hamilton estava preocupado em estabilizar a economia nacional. Para isto, um passo importante era o pagamento das dívidas contraídas ao longo da guerra de independência. Hamilton acreditava que o Congresso devia pagar o restante das dívidas dos Estados do Norte. Jefferson, da Virgínia, um estado do Sul que já havia pagado todas suas dívidas, aceitou pagar as dívidas dos Estados do Norte caso Hamilton aceitasse que a capital norte-americana ficasse em uma cidade no Sul dos Estados Unidos. Isto resultou na Residence Act, em 1790, que deu ao então presidente norte-americano, George Washington, o poder de escolher o local onde seria construída a nova capital norte-americana.

George Washington escolheu, em 1791, uma área de 259 km² no Rio Potomac, entre os estados norte-americanos de Maryland e Virgínia, onde a vila de Georgetown estava localizada. O local escolhido por Washington ficava a apenas alguns quilômetros de sua casa, no Mount Vernon, Virgínia. Os estados de Maryland e Virgínia logo cederam esta área para o governo federal.

Construção

George Washington contratou Pierre Charles L'Enfant, um engenheiro francês, para a criação planejada da cidade. Uma dificuldade foi a relutância dos ricos proprietários de terra da região escolhida em vender suas terras. Outra dificulade foram os atritos entre L'Enfant e oficiais governamentais norte-americanos e os proprietários de terra da região, que eventualmente causariam a dispensa de L'Enfant, por Washington, antes de que a construção da cidade terminasse.

Os planos e desenhos de Pierre Charles L'Enfant previam uma cidade centralizada no Capitólio dos Estados Unidos, cruzada por avenidas diagonais nomeadas com nomes dos Estados do país. Os cruzamentos destas avenidas com ruas correndo em um sentido norte-sul e leste-oeste seriam rotatórias, que homenageriam grandes personalidades norte-americanas. Outra idéia era a construção de um enorme parque na margem norte do Rio Potomac, que constitui o atual National Mall, construída somente no início do século XX. Enquanto Washington era construída, George Washington e o Congresso norte-americano governavam o país em outras cidades escolhidas temporiaramente como capital federal.

Graças a Andrew Bellicott e a Benjamin Banneker, que possuíam de cor os planos e desenhos de L'Enfant, a construção da cidade continuara, e o Distrito de Columbia foi inaugurada como capital permanente dos Estados Unidos da América, em 1800. O governo federal decidira nomear a capital dos EUA como Washington, em uma homenagem a George Washington, não apenas pelo papel que este teve na criação da cidade bem como para a história dos Estados Unidos como um todo.

1800 a 1860

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Quando inaugurada, a constituição norte-americana deu ao congresso nacional o poder de governar diretamente o distrito de Columbia. O congresso nacional estabeleceu um governo de caráter regional para Washington, com a criação de um Conselho municipal, cujos membros eram eleitos diretamente pelos habitantes. O prefeito, porém, era escolhido diretamente pelo presidente. Foi apenas em 1820 que os habitantes da Washington teriam o direito de escolher o prefeito da cidade. Porém, desde sua inauguração, todos habitantes morando dentro do Distrito de Columbia não tinham o direito de escolher o presidente dos EUA nas eleições nacionais, direito que ficou disponível apenas em 1961.

Em agosto de 1814, na Guerra anglo-americana de 1812, tropas ingleas invadiram a capital, tendo partido do Canadá, e incendiando as principais estruturas da cidade. O presidente norte-americano e os membros do Congresso federal já haviam saído da cidade, mas a moral da população atingiu um nível muito baixo. Tropas norte-americanas encarregadas de defender a capital fugiram antes de serem atacadas pelos ingleses. Após o fim da guerra, discutiu-se mover-se a capital norte-americana para um local menos vunerável a ataques militares, mas os habitantes da cidade persuadiram o Congresso a ficar na cidade. Washington passou por um processo de reconstrução, que terminou em 1819. As paredes externas da Mansão Presidencial, chamuscadas no ataque inglês, foram pintadas de branco para que as manchas negras das paredes queimadas ficassem escondidas. Essa mansão é atualmente conhecida como a Casa Branca.

Quando Washington foi inaugurada como capital, previa-se que a cidade seria um importante centro industrial e comercial, além da natural posição de centro político mais importante dos Estados Unidos. Porém, muitas cidades na região, como Boston, Charlottetown, Filadélfia, Nova Iorque e especialmente Baltimore, a maior cidade de Maryland, impediram um rápido crescimento populacional de Washington. A população de Washington ficou em torno de apenas 50 mil habitantes até o fim da década de 1840, e muito do terreno do Distrito de Columbia não era usada. No seu tórrido verão, Washington ficava praticamente deserta. Em 1846, o Congresso nacional decidiu devolver a área ao sul do Rio Potomac para o estado de Virgínia.

Escravidão e Guerra Civil

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O Memorial de Lincoln, que homenageia Abraham Lincoln, um dos presidentes norte-americanos mais famosos do país, e que foi assassinado na cidade.

Uma questão controversial na capital dos Estados Unidos era a escravidão. Washington está localizada em uma região sulista, onde o uso de escravos é extensivo. Escravos construíram muito da cidade, incluíndo estruturas governamentais e vias públicas. Mas muito do país era contra a escravidão, especialmente a população dos estados do norte. Em 1850, uma lei nacional proibiu o comércio escravo em Washington, e definitivamente abolida pelo presidente norte-americano Abraham Lincoln, em 1862, quando a Guerra da Secessão já havia começado dois anos antes. Proprietários de escravos que decidiram ficar do lado da União nortista (compostas por estados que apoiavam a abolição da escravidão), e leais ao presidente norte-americano foram recompensados com 300 dólares por escravo liberado.

Washington está localizada logo ao norte da Virgínia, um estado do Sul confederado, e altamente vulnerável a um ataque sulista. Abraham Lincoln criou uma força militar, a Army of the Potomac, com o objetivo de defender Washington, a capital dos estados da União. Embora isto não fosse necessário, uma vez que uma capital temporária pudesse ser escolhida em um local menos vulnerável, Lincoln e a maioria do Congresso da União decidiu que a capital da União deveria continuar a ser Washington.

A necessidade de defender a capital da União fez com que a população de Washington crescesse rapidamente. Com 60 mil habitantes no começo da guerra, Washington chegou aos 120 mil no final da Guerra Civil. Milhares de soldados protegiam Washington, milhares de pessoas vinham de outras regiões dos Estados Unidos, empenhadas em ajudar nos esforços de guerra dirigiam-se à cidade, bem como milhares de afro-africanos, que fugindo da escravidão, vindas dos estados do sul confederado. Este crescimento levou à falta de abrigos e sistemas de saneamento público como esgoto pararam de atender de forma eficiente a população da cidade. Após o fim da guerra, o governo norte-americano, através de um novo plano diretor, reformou muito da cidade, e estes problemas foram resolvidos.

O presidente norte-americano Lincoln foi assassinado em 14 de abril de 1965, apenas alguns dias antes do término da guerra, no Ford's Theater, por John Wilkes Booth.

1865 a 1900

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Washington em 1876.

Em 1871, o Congresso norte-americano fez do Distrito de Columbia um território governamental. Washington e imediações foram governadas por alguns anos por um governador, Alexander Sheppard, pessoalmente escolhido pelo presidente norte-americano. Sheppard era o principal administrador de um programa de planejamento urbano. Porém, Sheppard não apenas não controlou direito as finanças do Distrito, gastando muito além do necessário, bem como foi acusado de desonestidade e corrupção.

Um comitê foi estabelecido em 1874, e descobriu que o território governamental de Columbia estava com uma dívida de 20 milhões de dólares, e rapidamente o Congresso norte-americano decidiu abolir o território governamental. O Distrito de Columbia passaria a ser administrada por três pessoas, diretamente escolhidas pelo presidente norte-americano, e que tinham por lei controle absoluto na administração do Distrito de Columbia. A cidade de Georgetown passou a fazer parte de Washington, desde então, e os nomes das ruas de Georgetown foram modificadas, para atender às especificações do plano diretor de L'Enfant. Por um longo período, a população de Washington não teriam o direito de escolher os membros do governo regional, um caso único entre as cidades dos Estados Unidos.

Em 1888, o Monumento de Washington foi inaugurado na cidade.

1900 a 1950

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A National Mall, construída no início do século XX, é um imenso parque localizado no centro da cidade.

A National Mall foi planejada e construída no início do século XX, em uma enorme área entre o Capitólio dos Estados Unidos e o Monumento de Washington.

Washington cresceu bastante durante a primeira guerra mundial, quando os Estados Unidos precisavam de mais trabalhadores para o desenvolvimento dos planos de esforços de guerra. Com 350 mil habitantes em 1915, Washington passou a ter cerca de 450 mil após o término da guerra. Este super-aumento populacional causou muitos problemas para vários serviços públicos. Falta de abrigos, alto valor da terra e escolas super lotadas, com classes muitas vezes possuíndo 60 ou mais estudantes, foram problemas que abateram Washington nos anos que se seguiram a primeira guerra mundial.

Ao contrário de outras cidades norte-americanas, Washington não sofreu com a Grande Depressão. Pelo contrário, mais planos eram desenvolvidos pelo governo nacional, com o objetivo de minimizar os efeitos da Depressão no país, criaram mais empregos, que fizeram com que a população da cidade crescesse rapidamente mais uma vez. De 485 mil habitantes em 1930, Washington passou a ter 450 mil em 1940. Mais crescimento seguiu-se aos anos da segunda guerra mundial, e Washington tinha cerca de 800 mil habitantes ao término da segunda guerra mundial. Durante a guerra, o Pentágono foi construído

1950 a 2000

Desde a década de 1950, a população de Washington vêm caíndo gradualmente, após o máximo de 800 mil atingido em 1945. Porém, a população dos subúrbios continuaram a crescer. Com a desegregação racial escolar, regulamentada pelo Congresso nacional em 1954, fez com que muitas famílias brancas mudassem para os subúrbios de Washington. Desde 1955, afro-americanos compõem a maioria da população da cidade. Em 1954, quatro nacionalistas puerto riquenhenos abriram fogo na Casa dos Representantes dos Estados Unidos. Cinco pessoas ficaram feridas.

Após o fim da segunda guerra mundial, muitos dos habitantes do Distrito de Columbia exigiram votações diretas na cidade, para escolha dos principais oficiais da cidade. Muitos desses habitantes também queriam o direito de participar das eleições nacionais, como aquela para a escolha do presidente norte-americano. Em 1961, o Congresso norte-americano e os estados do país aprovaram uma amenda constitucional que deu aos habitantes de Washington o direito participar nas votações nacionais.

Em 1967, o então presidente norte-americano, Lyndon Jonhson, reorganizou o sistema governamental de administração do Distrito de Columbia, onde um prefeito e um Conselho municipal. Porém, tanto o prefeito como os membros do Conselho municipal continuaram a ser escolhidos pelo presidente norte-americano. Johnson escolheu Walter Washington para ser o primeiro prefeito de Washington. Walter Washington tornou-se o primeiro afro-americano a governar uma cidade primária dos Estados Unidos.

Em 1968, após o assassinato de Martin Luther King, Washington foi abalada por um gigantesco motim popular, entre 4 de abril a 8 de abril. Mais de 20 mil pessoas, a grande maioria, afro-americanos da classe baixa, causaram grande destruição pela cidade, o que afastou ainda mais as famílias brancas da cidade, bem como afro-americanos da classe média, que se mudaram para cidades vizinhas.

A partir da década de 1970, um número crescente de pessoas do Distrito de Columbia passou a suportar um movimento cujo objetivo era fazer com que o Distrito de Columbia tornasse um estado próprio dentro dos Estados Unidos, que foi aprovada pelo Congresso norte-americano em 1978, ratificada pelos habitantes da cidade em 1982 mas não ratificada por um vários dos estados do país, sendo finalmente rejeitada pelo Senado norte-americano em 1992.

Em 1973, o Congresso norte-americano deu aos habitantes da cidade o direito de eleger o prefeito de Washington, bem como os membros do Conselho municipal, pela primeira vez, em mais de um século. Em 1974, os habitantes da cidade elegeram Walter Washington como o prefeito da cidade, anteriomente prefeito da cidade, tendo sido escolhido diretamente pelo presidente norte-americano.

Washington sofreu uma grande crise financeira entre 1994 e 1995, e o Congresso norte-americano novamente decidiu por remover parte dos poderes municipais. O Congresso dissolveu o Congresso municipal, removeu os poderes governamentais do Distrito de Columbia e criou um Conselho Financeiro, onde seus membros seriam escolhidos diretamente pelo presidente norte-americano, e o Distrito de Columbia passaria a ser controlada novamente pelo governo norte-americano. Entre 1999 e 2000, o Congresso norte-americano decidiu restituir ao Distrito de Columbia seus poderes governamentais.

2000 a tempos atuais

Em 11 de setembro de 2001, Washinton foi alvo dos Ataques de 11 de setembro, onde um Boeing 767 atingiu o Pentágono, destruindo-o parcialmente, e matando 125 pessoas, bem como as 65 pessoas que estavam dentro da aeronave. Após estes ataques, o Distrito de Columbia foi alvo de um ataque de anthrax, correspondências contendo o vírus que infectou 20 pessoas e matou 5 delas.

Ao longo de outubro de 2002, John Allen Muhammad e Lee Boyd Malvo espalharam terror pela cidade, ao matar 10 pessoas e ferir gravemente outras 3. Ambos atuajam juntos, escolhendo suas vítimas ao acaso, e atacando-nas de longe, atingindo-nas com um único tiro, usando um rifle como arma. Ambos foram presos em 24 de outubro, sendo que Muhamad posteriomente fora condenado à morte, e Malvo, por ser menor de idade (quando cometera seus crimes), fora condenado à prisão perpétua.

Geografia

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Imagem de satélite do centro de Washington DC. Note o padrão das vias públicas da cidade.

Localização geográfica

As coordenadas geográficas de Washington são 38°53′42″N 77°02′11″O. O Distrito de Columbia está localizada na margem nordeste do Rio Potomac, ao norte do estado de Virgínia, e ao sul do estado de Maryland. A altitude média de Washington é de 7.6 metros, e seu ponto mais alto possui 125 metros de altitude.

A cidade

Washington é dividida em quatro quadrantes, por quatro longas ruas que dividem a cidade em quatro. Essas ruas partem do Washington Capitol, e são nomeadas North Capitol Street, South Capitol Street, East Capitol Street e West Capitol Street. Os quadrantes são Noroeste (Northwest), Nordeste (Northeast), Sudoeste (Southwest) e Sudeste (Southeast). Todos os quadrantes nomeiam suas ruas usando o seguinte esquema: ruas que cortam a cidade em um sentido leste-oeste são nomeadas com uma letra do alfabeto e ruas que cortam a cidade em um sentido leste-oeste são nomeadas com um número.

Além disso, Washington é cortada por 50 avenidas que correm na diagonal (nordeste-sudoeste, por exemplo), cada uma delas nomeando um estado norte-americano. Quando inaugurada, Washington possuía 13 avenidas, nomeando as antigas 13 colônias americanas, e estão localizadas próximas ao Capitólio dos Estados Unidos. À medida que mais estados juntavam-se à União, mais avenidas foram construídas, cada vez mais afastadas do Washington Capitol. Quando duas avenidas cruzam-se, elas formam uma rotatória. Tais rotatórias muitas vezes possuem parques, e nomeiam personalidades famosas dos Estados Unidos ou do Distrito de Columbia.

Washington está dividida em um total de 8 wards (distritos eleitorais) e 127 bairros diferentes.

O Distrito de Columbia impõe limites de altura para os edifícios construídos dentro do Distrito. Estas limitações foram impostas no início do século XX, com o aparecimento dos arranha-céus, para evitar que estes edifícios ultrapassassem em altura os monumentos da National Mall, com o objetivo de preservar a grandiosidade destes monumentos. Como consequência, Washington possui um dos céus mais limpos e abertos do país.

Quadrante Noroeste

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Imagem de satélite do Distrito de Columbia. As linhas negras indicam as ruas que dividem Washington em quatro diferentes quadrantes, todas partindo do Washington Capitol.

O Quadrante Noroeste é o maior dos quatro quadrantes, possuíndo aproximadamente a metade da cidade. O Quadrante Noroeste não somente sedia o centro governamental dos Estados Unidos, bem como também é o principal centro econômico e comercial da cidade. As principais universidades da cidade também estão todas localizadas aqui.

Quadrante Nordeste

O Quadrante Nordeste cobre aproximadamente um quarto da área da cidade. O Quadrante Nordeste é predominantemente residencial, e sua população é composta em sua maior parte por famílias de classe média e alta.

Quadrante Sudeste

O Quadrante Sudeste cobre aproximadamente um quarto da área da cidade. Predominantemente residencial, onde moram famílias de classe baixa e média, o Quadrante Sudeste também possui um centro comercial importante.

Quadrante Sudoeste

A menor dos quatro quadrantes, ocupando cerca de um décimo da cidade, o Quadrante Sudoeste foi o alvo de um extensivo programa de renovação urbana, que ocorreu entre a década de 1950 e a década de 1980. Muito do Quadrante Sudoeste é residencial, porém, um número de estruturas governamentais e uma base aérea estão localizadas dentro do Quadrante Sudoeste, bem como um porto militar, usadas pelas forças navais norte-americanas

Região Metropolitana

A Região Metropolitana de Washington-Baltimore inclui o Distrito de Columbia, Baltimore, as cidades de Alexandria, Falls Church, Fredericksburg, Manassas e Manassas Park, no estado de Virgínia, e outros 18 condados em Maryland e em Virgínia. Como aconteceu em muitas grandes cidades norte-americanas, ambas Baltimore e Washington apresentaram perda de população, desde a década de 1950. Muito dos habitantes vivendo em mudaram-se para cidades vizinhas, por causa da alta taxa de criminalidade.

Apesar da queda do número de habitantes na cidade de Washington desde a década de 1950, e de seu atual lento crescimento, a região metropolitana de Washington sempre cresceu rapidamente, desde então. Habitantes de Washington, ao sair da cidade, mudaram-se primariamente para cidades vizinhas. Em 1950, a metrópole tinha cerca de 3 milhões de habitantes. Em 1980, ela alcançara cerca de 5 milhões, e em 2000, 7.8 milhões.

Enquanto Washington possui uma população majoritamente afro-americana (negros), que compõem cerca de 60% da população da cidade, as cidades em torno de Washington são primariamente brancas.

Clima

O clima de Washington é temperado, e a cidade possui quatro estações bem definidas. A temperatura média no inverno é de 3.4ºC, e no verão, de 26ºC. Temperatura mínima no inverno é de -30ºC a 4ºC, e no verão, entre 12ºC a 25ºC. Máximas no inverno ficam entre -22ºC a 13ºC, e no verão, entre 19ºC a 33ºC. Precipitação anual média é de 127 cm, caindo na forma de chuva, granizo ou neve.

Administração

Administração municipal

Washington possui um prefeito e um Conselho municipal, como na grande maioria das cidades norte-americanas. Os habitantes da cidade elegem o prefeito e os membros do Conselho a mandatos de 4 anos de duração. O Conselho municipal é formado por 13 oficiais. Cinco deles são elegidos pela população do distrito e cada um dos oito restantes são elegidos por um dos oito distritos eleitorais (wards) da cidade.

Porém, o poder do governo municipal de Washington é limitado, por amendas da Constituição norte-americana. O Governo federal dos Estados Unidos tem poder de veto e autoridade sobre quaisquer fatos relacionados com a cidade de Washington.

O Conselho municipal cria novas leis municipais e discute possíveis modificações em leis já existentes, e o prefeito pode vetar ou aprovar novas leis ou mudanças em leis já existentes. Porém, novas leis e mudanças em leis já existentes podem ser vetadas pelo Congresso norte-americano. Uma lei pode ser desaprovada pelo Congresso norte-americano, mesmo que essa dada lei tenha sido aprovada por unanimidade pelo prefeito e por todos os membros do Conselho municipal. O Governo norte-americano também pode criar e aplicar novas leis sem a aprovação do governo municipal de Washington.

Cerca de 70% da renda de Washington provém de impostos arrecadados por impostos municipais, como impostos mensais aplicados a propriedades, terrenos e venda e compra de produtos. O resto da renda anual provém do Governo federal norte-americano. Este paga uma taxa anual, pelas propriedades governamentais instaladas em Washington.

Representação no governo federal

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Placa de licença do Washington, DC, com a inscrição Taxation Without Representation - Impostos sem representação - embaixo.

De acordo com a Constituição norte-americana, Washington DC está sob direta jurisdição do Congresso federal. Este gradualmente cedeu alguma quantidade desta autoridade para o governo local. Mesmo assim, os habitantes do Distrito de Columbia não possuem o mesmo degrau de representatividade, aproveitada por habitantes de outros estados norte-americanos.

Os habitantes do Distrito podem votar nas eleições nacionais para a escolha do presidente norte-americano, mas não possuem representantes no Congresso norte-americano ou no Senado. Os cidadãos de Washinton são representados na Casa dos Representantes dos Estados Unidos por Eleanor Holmes Norton, uma oficial que participar de comitês e em debates mas não pode votar. Assim, os cidadãos do Distrito de Columbia são únicos no mundo, uma vez que habitantes de outras capitais em todos os outros países do mundo possuem os mesmos direitos de representação governamental que habitantes de outras regiões do país. Muitas tentativas tentaram mudar esta situação, mas elas não tiveram sucesso.

Atualmete, a frase Taxation Without Representation (Impostos sem representação) é inscrita nas placas de licença dos veículos comercializados no Distrito. Isto é uma forma de protesto, uma vez que, mesmo sem representação no governo federal, os habitantes do Distrito de Columbia precisam pagar todos os impostos federais norte-americanos, tendo os mesmos deveres dos habitantes dos 50 estados norte-americanos, mas não a mesma totalidade dos direitos.

Demografia

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A Chinatown de Washington.

De acordo com o censo nacional de 2000, 572,059 habitantes, 274,845 residências (248,338 habitadas) e 114,235 famílias vivendo na cidade. Cerca de 60% da população é afro-americana, 32.78% são brancos, 2.66% são asiáticos, 0.30% são nativos norte-americanos, 0.06% são nativos de sub-diviões norte-americanas no Pacífico, 3.84% são de outras raças e 2.35% são descendentes de duas ou mais raças. 7.86% da população da cidade são hispânicos, de qualquer raça.

Existem 248,338 residências ocupadas, dos quais 19.8% abrigam pessoas menores de 18 anos de idade, 22.8% abrigam casais, 18.9% abrigam uma mulher sem marido presente e 54.0% são ocupadas por apenas uma pessoa, ou por pessoas que não possuem parentesco ou maior relacionamento entre si. 43.8% das residências ocupadas são ocupadas por apenas uma pessoa, e 10% abrigam ao menos uma pessoa idosa. Uma residência ocupada abriga em média 2.16 pessoas, e o tamanho médio de uma família é de 3.07 integrantes.

20.1% da população da cidade são menores de idade, 12.7% possuem entre 18 a 24 anos de idade, 33.1% possuem entre 25 a 44 anos de idade, 21.9% possuem entre 45 a 64 anos de idade, e 12.2% da população da cidade possui mais de 65 anos de idade. A idade média dos habitantes da cidade é de 35 anos. Para cada 100 pessoas do sexo feminino há 89 pessoas do sexo masculino. Para cada 100 pessoas do sexo feminino maior de idade há 86.1 pessoas do sexo masculino maiores de idade.

A renda anual familiar média é de 46,283 dólares. Homens possuem renda anual média de 40,513 dólares, e mulheres possuem renda anual média de 36,361 dólares. A renda per capita da cidade é de 28,659 dólares. 20.2% da população e 16.7% das famílias da cidade vivem abaixo da linha de pobreza. 31.1% dos menores de idade e 16.4% dos idosos vivendo dentro do Distrito de Columbia vivem abaixo da linha de pobreza.

Cerca de 68% da população da cidade são protestantes, 16% são católicos, 4% são creentes em outra religião, e 7% não possuem religião alguma.

Economia

O produto interno bruto do Distrito de Columbia é de 69.7 bilhões de dólares.

Serviços públicos

O governo dos Estados Unidos é facilmente o maior empregador da cidade. O governo federal emprega cerca de 190 mil pessoas que vivem dentro de Washington, e outros 130 mil que vivem em cidades vizinhas. Entre estes trabalhadores, destacam-se os membros do congresso e o Presidente dos Estados Unidos.

Washington é praticamente imune a depressões econômicas que muitas vezes afetam o resto do país. Isto porque o governo federal norte-americano sempre operará, qualquer que seja o estado da economia do país.

Serviços comerciais

O setor comercial e financeiro de Washington emprega cerca de 130 mil pessoas. Várias companhias e empresas de grande porte estão sediadas na cidade ou nos seus subúrbios, facilitando a observação de medidas e leis tomadas pelo governo, e as relações com a última, quando necessário. Entre estas companhias e empresas estão muitas firmas de direito, bancos, organizações financeiras, sindicatos, que aplicam pressão no governo em busca de influenciar o governo, em nome dos membros e/ou clientes destes setores, ou quando o governo cria ou aprova uma certa medida ou lei (ex: um novo imposto para certo setor da economia).

O turismo é outra importante fonte de renda para a cidade. Milhões de turistas vindos de todas as partes dos Estados Unidos e do mundo visitam Washington todo ano. Atividades comerciais relacionadas com o turismo empregam cerca de 50 mil pessoas. Cerca de 55 mil pessoas trabalham no setor de saúde, em um dos vários hospitais do Distrito. Outras 45 mil pessoas trabalham em uma das várias instituições de ensino superior do Distrito de Columbia.

Mídia

Washington possui dois jornais de circulação diária: A The Washington Post e a The Washington Times. A The Washington Post, o jornal mais antigo e o mais lido da cidade, é também um dos jornais mais reconhecidos dos Estados Unidos, sendo que suas reportagens políticas são muito influenciais. Um jornal nacional, a USA Today, também é publicada na cidade. A United Press International, um dos líderes mundiais de jornalismo mundial, está sediana em Washington, e cerca de 500 diferentes revistas e jornais comunitários são publicados na cidade. Além disso, sete estações de televisão e mais de 40 estações de rádio servem a cidade.

Educação

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A Library of Congress (Biblioteca do Congresso), uma das maiores bibliotecas do mundo.

Escolas

O sistema escolar público de Washington é administrada por um Conselhor que é constituído de 9 membros. Cinco deles são eleitos pelos habitantes de Washington e os quatro restantes pelo prefeito da cidade. Os nove membros então escolhem um superintendente, que é encarregado de administrar o Conselho e o sistema escolar.

São cerca de 146 escolas públicas, responsáveis pela educação de mais de 72 mil estudantes. Da população estudantil, 85% são afro-americanos, 9% são hispânicos e os 6% restantes são em sua maioria brancos ou asiáticos. Outros 10 mil estudantes estudam em escolas privadas.

Bibliotecas

Washington possui um sistema de bibliotecas públicas administradas pela cidade, e centralizadas em uma biblioteca central, a Biblioteca Martin Luther King.

A Biblioteca Folger Shakespeare, localizada a leste do Capitólio dos Estados Unidos, abriga a maior coleção de obras do escritor inglês William Shakespeare do mundo. A biblioteca é privada, e muitas de suas raríssimas obras não podem ser vistas pelo público em geral (apenas por pessoas especializadas). Mesmo assim, esta biblioteca é um dos principais pontos turísticos da cidade.

Já a Biblioteca do Congresso (Library of Congress) possui mais de 100 milhões de itens (livros, jornais, revistas, fotos, pinturas, vídeos, etc) em 460 idiomas diferentes. Não somente é uma das maiores bibliotecas do mundo como é também a agência de direitos autoriais dos Estados Unidos.

Ensino superior

Washington possui um total de 10 universidades e 5 faculdades, e outras instituições de ensino superior estão localizadas em cidades vizinhas.

Pontos de Interesse

Washington possui cerca de 150 parques. Uma atividade comum no verão é nadar ou velejar no Rio Potomac ou na Baía Chesapeake. A maior e mais conhecida delas é a National Mall, um parque que possui 3 km de comprimento.

Morro do Congresso

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O Morro do Capitólio (Capitol Hill), que possui 24 metros de altitude, é um morro localizado próximo ao centro geográfico de Washington. Estão localizadas aqui:

National Mall

A National Mall é um grande parque localizado no centro de Washington. Possui 3 km de comprimento, esticando-se desde o Capitólio dos Estados Unidos até o Memorial de Lincoln. Foi inaugurada no começo do século XX. Nela, estão localizadas:

Memoriais a presidentes dos EUA

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O World War II Memorial, aberto ao público em 2004, que homenageia os soldados mortos na segunda guerra mundial.

Memoriais de guerra

Artes

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O Pentágono, localizado na cidade vizinha de Arlington, Virgínia.

Outros pontos de interesse

Nos subúrbios de Washington

Esportes

Washington é a casa de vários times profissionais norte-americanos. A D.C. United é um time de futebol da Major League Soccer; a Washington Capitals é um time de hóquei de gelo da National Hockey League, a Washington Mystics é um time de basquete feminino da Women's National Basketball Association; a Washington Wizards é um time de basquete masculino da National Basketball Association; e a Washington Nationals é um time de basebol da Major League Baseball.

A Washington Nationals é outro time de beisbol que se estabeleceu na cidade em 2005. A Washington Nationals é o novo nome do antigo Montréal Expos, que estava sediada em Montreal, e mudou de nome ao mudar de cidade.

Transportes

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Uma estação de metrô de Washington.

Transporte público

O sistema de transporte público de Washington é extensivo e eficiente. A Washington Metro administra uma malha de ônibus e um sistema de metrô que possui quatro linhas diferentes, 170 km de comprimento e um total de 89 estações, que espalha-se por Washington e cidades vizinhas. O sistema não é totalmente integrado: passageiros podem transferir-se livremente entre qualquer linha de ônibus, qualquer linha de metrô ou transferir-se entre de uma linha de metrô para uma de ônibus, mas precisam pagar uma taxa extra ao transferir-se entre uma linha de ônibus para uma de metrô.

Cerca de metade dos trabalhadores de Washington e cidades vizinhas usam o transporte público para locomover-se para trabalho.

Vias públicas

Metade dos trabalhadores da região metropolitana de Washington usam veículos para locomover-se ao trabalho, que usufruem de um dos melhores e mais completo sistemas de vias públicas dos Estados Unidos. Seis auto-estradas e rodovias inter-estaduais cortam a cidade. Várias pontes conectam o Distrito de Columbia com o estado de Virgínia.

Ferrovias

Várias linhas de trens conectam Washington com seus subúrbios mais distantes, e a Union Station conecta a cidade com o resto do país. Tanto as linhas de trens sub-urbanos quanto as linhas de trens inter-estatais usam a Union Station como estação central.

Aeroportos

O Distrito de Columbia não possui nenhum aeroporto dentro de seus limites. Entretanto, três aeroportos, localizados em cidades vizinhas, atendem a população do Distrito:

O 51º Estado norte-americano?

Desde a década de 1970, muitos dos habitantes da cidade querem que o Distrito de Columbia torne-se um estado independente, e ganhe todos os privilégios de um estado dos Estados Unidos da América, como representação no Casa dos Representantes dos Estados Unidos e no Senado dos Estados Unidos. Se isto acontecesse, o Distrito de Columbia tornaria-se o 51º Estado norte-americano, o Estado de Nova Columbia (State of New Columbia).

Em 1978, o Congresso norte-americano criava uma amenda que estipulava a elevação do Distrito de Columbia a um estado norte-americano, com a condição que um dado número de estados do país concordassem e ratificassem esta amenda em um período de sete anos. Um número insufucientes de estados do país aprovaram a amenda, até 1985, o prazo final, e o Senado norte-americano rejeitou a amenda em 1992. Porém, a luta pelo status de estado continua até hoje.

Se o Distrito de Columbia fosse um estado independente, ela seria o menor estado do país (atrás de Rhode Island), estaria posicionado na penúltima colocação no quesito população (à frente de Wyoming, e estaria posicionado em 36º, por produto interno bruto.

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  1. REDIRECT Predefinição:Ver também==
Artigos relacionados com Washington, Distrito de Columbia
História GeorgetownGeorge Washington • Pierre Charles L'Enfant • Guerra da Secessão • Army of the Potomac • Ataques de 11 de setembro
Geografia Rio Potomac • Rio Anacostia • Baía Chesapeake
Pontos de Interesse National MallCasa BrancaCapitólio dos Estados UnidosMonumento de WashingtonO Pentágono • Smithsonian Institution • Biblioteca do Congresso • Ford's Theatre • Biblioteca Folger Shakespeare
Educação Universidade American • Universidade Católica da América • Corcoran Museum of Art • Universidade Gallaudet • Universidade George Washington • Universidade Georgetown • Universidade Howard • Escola Johns Hopkins School de Avançados Estudos Internacionais • Universidade National Defense • Universidade Southeastern • Universidade Strayer • Universidade Trinity • Universidade do Distrito de Columbia
Mídia The Washington Post • Washington Times • United Press International
Transportes Washington Metro • Aeroporto Internacional Washington Dulles • Aeroporto Doméstico Ronald Reagan • Aeroporto Internacional de Baltimore-Washington

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